Nós nunca fomos cúmplices, sabíamos demais um do outro. Éramos promíscuos. Dedicávamo-nos a combater o pensamento um do outro para chegarmos à névoa humana. Traías-me, traíste-me inúmeras vezes e nunca chegavas a tocar a fímbria da traição. Diziam que eu te perdoava tudo. Como se iludiam. Nunca tive nada para te perdoar, vejo-o agora, com uma nitidez impossível. Gostavas dessa forma de intimidade rápida que é a discórdia. Eu também. Éramos imperdoáveis, seremos imperdoáveis um do outro. (…)
Um comentário:
somos pensamentos erratícos?
ou seremos antes refracções de subconsciente?
traição? qual a sua ambiguidade? todos traímos, mais nao seja em pensamento, o material a meu ver quase mais nao importa ...
estamos na época das experiencias ...é mau ? é bom?
nao sei ... mas dedico-me a viver e nao pensar nisso ;)
tu devias fazer o mesmo =)
P.s. afinal fui eu k te ensinei lolololol *
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