terça-feira, agosto 17, 2021

Tantas vezes te pedi que me ajudasses a esquecer-te. 

E agora estou aqui, louca, magoada, partida, cheia de espaços vazios no meu corpo por não ter as tuas mãos, com pequenos estilhaços cravados na pele, com um lume que já não é desejo mas sim dor, destruída, perdida, estúpida. 

Tantas vezes te pedi que me ajudasses. Encontraste-me, e agora deixas-me aqui, perdida e a lembrar-me de ti. 

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