«Então vou-te contar uma história.
No Bairro Alto, uma noite, uma rapariga está
tristíssima sentada no passeio, agarrada ao telemóvel e está a chorar. E há um
rapaz que passa e vê a rapariga e pensa: Eu tenho que fazer sorrir esta
rapariga. E aquilo torna-se o objectivo dele naquela noite... ele vai contra os
candeeiros, ele dá cambalhotas, ele faz o pino, ele cita sketches dos Monty
Python... E ela finalmente sorri (...)
Vão para casa os dois, num dia beijam-se, no
outro despem-se... Ok, parecia que estava ali a começar uma coisa muito bonita
entre eles, uma história de amor absolutamente arrebatadora.
Um dia ele acorda, olha para o lado e ela não
está lá.
Há um bilhetinho na mesa de cabeceira, e nesse
bilhetinho sabes o que estava escrito?
Estava escrito: "Desculpa. Tu fizeste-me
sorrir... Mas ele faz-me chorar."»
Amamos sempre as pessoas que nos fazem chorar. E quem nos faz rir, um dia, vai cansar-se de tentar.
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